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15M: mais de 100 mil pessoas nas ruas de Fortaleza em Defesa da Educação Pública do Brasil

15M: mais de 100 mil pessoas nas ruas de Fortaleza em Defesa da Educação Pública do Brasil

Professores (as), estudantes e servidores (as) da educação básica e superior, pública e privada, estiveram em um Grande Ato em Defesa da Educação Pública– na manhã desta quarta-feira (15M) – contra os cortes nos repasses das verbas obrigatórias para as Universidades Públicas e Institutos Federais, aprovados pelo Ministério da Educação.

Protestos aconteceram em todo País. Em fortaleza o público tomou conta da Praça da Bandeira, seguindo em caminhada pelas ruas do Centro e Benfica, para um ato público na Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Os (as) professores (as) do Cariri, Redenção, Crateús, Sobral, Quixadá e Russas, também registraram participação nas nossas Redes Sociais.

O presidente da Adufc-Sindicato, professor Enio Pontes, ressaltou que “não podemos permitir que projetos conquistados com muita luta sejam atacados pelo governo. Os cortes revestem-se profunda gravidade, tendo em vista que, afetará negativamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, razão maior da existência dessas instituições públicas federais.”

Professor Enio Pontes ainda destacou sobre as ameaças aos bolsistas.

“As bolsas de estudos de mestrado, doutorado e pós-doutorado estão ameaçadas, além da iminente paralisação de programas de pesquisa e o consequente fechamento de laboratórios”, finaliza o dirigente e docente do Centro de Tecnologia da UFC.

ESTUDANTES

Desde as 5h da manhã, do dia 15 M, os estudantes da UFC protestavam contra os cortes no o cruzamento da Av. da Universidade com a Av. Treze de Maio.

CORTES NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DO CEARÁ

O maior corte em porcentagem atinge a Universidade Federal do Cariri – UFCA, cerca de 47% da verba, uma média maior que R$ 18 milhões; a UFC sofre com um corte de 30%, mais de R$ 45 milhões (o maior em Real); já a Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) tem um bloqueio de 29% da verba prevista para 2018 – uma média maior que R$ 11 milhões.