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Planos econômicos do governo federal são discutidos no Departamento de Medicina da UFC

Planos econômicos do governo federal são discutidos no Departamento de Medicina da UFC

O Presidente da ADUFC-Sindicato, Prof. Leonardo Monteiro, e a Vice-Presidente, Profª. Neile Torres, estiveram na manhã de terça-feira (27) no Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFC para falar sobre a conjuntura nacional e os planos econômicos impostos pelo governo à sociedade brasileira e aos servidores públicos federais.

Foram colocados em debate temas como a medida provisória sobre a reforma no ensino médio, lançada no dia 22 de setembro pelo governo federal; o PLS 204, que, na prática, é um projeto de lei para legalizar um esquema de geração de grandes somas de dívida pública; a PEC 241, emenda que congela por 20 anos os gastos com a educação e outros setores públicos; e o PLP 257, projeto que propõe o alongamento das dívidas de Estados e do Distrito Federal com a União por 20 anos.

O Prof. Leonardo Monteiro apresentou os impactos que a aprovação desses projetos de lei causarão na carreira dos servidores públicos, além do desmonte que tais emendas podem causar em setores como a saúde, moradia e segurança. Como medida para tentar barrar a sanção dessas propostas, o Presidente propõe fazer um trabalho buscando a bancada cearense no Congresso. ”Os deputados e senadores estão sem agenda até as eleições, mas posteriormente precisamos chegar até eles para discutir.”

Os docentes também questionaram como o Sindicato faz para participar das negociações nacionais sem estar inserido em uma entidade a nível federal. ”Se nós queremos discutir assuntos nacionais, precisamos estar integrados com os outros sindicatos. Sem a filiação (à uma federação) ficamos isolados e perdemos força”, disse a Profª. Conceição Aparecida.

A Profª. Neile Torres aproveitou o momento para reforçar a ideia de unificação da categoria no momento político atual. Segundo ela, a conjuntura é grave e a comunidade tem que discutir e encontrar um caminho para mudar essa situação, pois “todos os dias o governo lança novas medidas acabando com os direitos da sociedade.”

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